Saturday, September 25, 2010

Thursday, September 16, 2010

Arsenal hit six to demolish Braga

- Braga humilhado - 6-0 - Já estavam a merecer um toque de realidade - Foi bem dado -

Arsenal got their bid for a first Champions League triumph off to the perfect start at the Emirates with a dismantling of Portuguese side Braga.

The Gunners took seven minutes to go ahead, Cesc Fabregas scoring from the spot after a foul on Marouane Chamakh.

Andrey Arshavin slammed in Fabregas's sublime pass, before Jack Wilshere superbly set up Chamakh to drill home.

Fabregas headed in to make it 4-0 and Carlos Vela dinked in a fifth before he stroked home another to wrap things up.

It was a display that epitomised everything boss Arsene Wenger holds dear as his Gunners team tore the Champions League debutants apart.

Arsenal brought their usual magnetic passing game to the European curtain-raiser, but they seemed to raise their level a notch above the norm with some fabulous interchanges that saw Braga spend most of the evening chasing shadows.

Wenger's side are chasing an 11th successive place in the last 16 of the competition and in a group also containing Shakhtar Donetsk and Partizan Belgrade there is little to suggest they will fail to make it beyond the group stage.

In front of an expectant Emirates Stadium crowd Arsenal were immediately into their stride and Braga, making their debut in the competition, looked overawed as a Fabregas-inspired Gunners swarmed all over them.

The Spaniard had a penalty appeal rejected after only three minutes and soon after it was from his pass that Braga keeper Felipe brought down Chamakh, Fabregas stepping up to slot home for his first goal of the season.
Carlos Vela scores for Arsenal
Vela lifts the ball over Felipe for Arsenal's fifth

The visitors found themselves trying to repel wave after wave of Arsenal attack and while Braga occasionally looked threatening on the break, both Laurent Koscielny and Sebastien Squillaci dealt comfortably with whatever was thrown at them.

With half an hour gone they doubled their advantage as Fabregas jinked past two static defenders and slid in Arshavin down the left, the Russian drilling under Felipe to make it 2-0.

That soon became three as the Gunners scored a goal few inside the stadium are likely to forget in a hurry.

Another fine passing move at pace saw Bacary Sagna's cross from the right half-cleared, only for Arshavin to clip it to Chamakh, who laid it off and then collected a gorgeous back-heeled flick from Wilshere to crash past a flailing Felipe.

After the break it was a damage limitation exercise for Braga, but Arsenal still found gaping holes in their defence and one such opportunity enabled an unmarked Fabregas to head in Arshavin's cross from the left.

Fabregas had another shot cleared off the line and Arshavin rifled against the post, before Mexican striker Vela came on to inflict further misery on the visitors.

He first produced a classy, clipped finish to convert Arshavin's fine pass and then took advantage of Fabregas's generosity to knock in a sixth.

Bigger tests await Wenger and his team in Europe this season, but they could barely have got off to a more emphatic start.
.BBC SPORT.

Tuesday, September 14, 2010

DIRECÇÃO DO SLB PERDE A CABEÇA

ISTO É UM COMPLETO DISPARATE, SEM PÉS NEM CABEÇA:
Em Plenário dos Órgãos Sociais, reunido de urgência esta segunda-feira, o Benfica insurgiu-se contra a arbitragem nas quatro primeiras jornadas do Campeonato. No final anunciaram-se várias «orientações», das quais se destacam a ameaça de boicotar a Taça da Liga e o pedido para os seus adeptos não acompanharem a equipa nos jogos disputados fora do Estádio da Luz.

ERA PREFERÍVEL TEREM REUNIDO NO INICIO DA ÉPOCA PARA DEFINIREM COMO DEVE SER A POLITICA DE CONTRATAÇÕES E O PLANEAMENTO DA PRÉ ÉPOCA.
ASSIM TALVEZ OS ADEPTOS BENFIQUISTAS TIVESSEM A OPORTUNIDADE DE APOIAR O SEU CLUBE NOS JOGOS FORA, E LHES FOSSE PROPORCIONADO FESTEJAR A CONQUISTA DA TAÇA DA LIGA.

Saturday, September 11, 2010

AI jasus

Derrota em Guimarães, 4 jogos e 3 derrotas!
Isto vai de mau a pior, e está com cara que não é para melhorar.
Uma equipa cansada, sem chama, sem alegria e acima de tudo à beira de um ataque de nervos, foi esta a imagem que o Benfica transmitiu logo nos primeiros 10 minutos do jogo desta noite.
Depois do futebol espectáculo da época passada, este ano temos um Benfica medonho, sem classe nem pernas para se impor perante os seus opositores no campeonato português.
A começar na baliza, este guarda redes não tem nível para defender a baliza do Benfica, mais frango menos frango, mais ou menos defesa espectacular, não dá, não presta, enganaram-se e bem, não presta, arranjem outro, este não tem classe!
No ataque, o Cardozo é um desastre, jogamos 90 minutos com 10, o resto da equipa está amorfa, algo adoentada, a meio gás, algo de ruim se passa!
Quanto ao César Peixoto, alguém me explique como é que aquele tipo joga no Benfica esta época, porque razão ninguém conseguiu contratar um jogador de futebol para o seu lugar!
Ai Jasus, ai Jasus!
O arbitro não marcou dois penaltis, é verdade, mas o Benfica mesmo assim tinha obrigação de se apresentar a outro nível a esta altura do campeonato!
Vamos a ver, mas o campeonato em principio está salgado!

Thursday, September 09, 2010

Os Pecados de JJ



Voltaremos a analisar a partir de hoje a carreira do Grande Campeão Benfica na época 2010/2011!
Com um arranque de campeonato aterrorizante, com uma gestão duvidosa ao nível das aquisições, sem nenhum reforço de nível internacional a entrar de caras no onze, andamos nos últimos dias em reflexão, mas agora que isto vai aquecer, cá estamos para vibrar com as GLORIOSAS CONQUISTAS DO BENFICA 2010/2011!
Para abrir o apetite para o decisivo jogo entre o Guimarães ( este ano treinado pelo professor Machado ex- Nacional) e o SLBenfica, repomos esta imagem publicada pelo jornal "abola" aquando dos acontecimentos do Benfica-Nacional da época passada.
Tendo em conta as circunstâncias, nomeadamente os 6 pontos de atraso para o FCP ( que recebe o Europeu Braga), a vitória do Benfica é obrigatória|
O Benfica não ganhando e o Porto não perdendo o campeonato inclina-se perigosamente para o Norte, é proibido falhar!
Força Roberto...(Não tem nome de guarda redes, e tem levado golos incríveis, até para um jogador do seu "preço"!).
Vamos Benfica, é agora!!!

Monday, August 16, 2010

Pronto para a Vindima!


- Consumir com Moderação -

Thursday, July 29, 2010

Monday, July 19, 2010

VII TORNEIO DAS EMPRESAS 2010

CLUBE DE GOLFE DA ILHA TERCEIRA



LINK PARA CLASSIFICAÇÃO FINAL EQUIPAS






1ºLUGAR GERAL - EQUIPA OCULISTA CABRAL - ACESSO APURAMENTO REGIONAL EXPRESSO BPI
NUNO CABRAL; BERTO CABRAL / IRIA AGUIAR; ALVARINO PINHEIRO








TROFÉU MELHOR PAR DO VII TORNEIO DAS EMPRESAS - ACESSO APURAMENTO INTERNACIONAL PAIRS
IRIA AGUIAR / ALVARINO PINHEIRO





Friday, July 09, 2010

Wednesday, July 07, 2010

Fáceis, Soltas e Óbvias

Even a happy life cannot be without a measure of darkness, and the word happy would lose its meaning if it were not balanced by sadness. It is far better take things as they come along with patience and equanimity.
Carl Jung

If one does not understand a person, one tends to regard him as a fool.
Carl Jung

Knowing your own darkness is the best method for dealing with the darknesses of other people.
Carl Jung


Friday, July 02, 2010

Condenatório Silêncio Selectivo

Sem rumo!


foto: direitosreservados

"So, tell me John. How do you expect to pilot our submarine? I mean, it's a complicated piece of machinery. You don't just press 'Submerge'."
Benjamin Linus - LOST

Thursday, July 01, 2010

Monday, June 21, 2010

Tuesday, June 15, 2010

LOST- The End



TODA A INFORMAÇÃO ACERCA DOS MISTÉRIOS QUE ENVOLVEM A EXCELENTE E ÚNICA SÉRIE DE TELEVISÃO - LOST - NA REVISTA ONLINE WIRED.
A NÃO PERDER.



TODA A HISTÓRIA DA SÉRIE LOST EM 8 MINUTOS:

Actualidade económica: Perspectivas Visionárias

Medina Carreira: Uma lúcida visão sobre a realidade portuguesa

Texto retirado de QUINTOS

O Professor Medina Carreira tem brindado a adormecida sociedade portuguesa com algumas declarações que têm tanto de bombásticas, como de certeiras… Recentemente, num programa televisivo tornou a agitar as consciências com frases que cedo abriram caminho pela Internet portuguesa e que agora aqui publicamos, com os nossos comentários:

“José Sócrates, é um homem de circo, de espectáculo. Portugal está a ser gerido por medíocres, Guterres, Barroso, Santana Lopes e este, José Sócrates, não perceberam o essencial do problema do país.”

- todos os políticos modernos o são. De Blair a Sarkozy, passando por Bush e Putin, a política tornou-se num autêntico circo mediático em que os seus agentes se assemelham todos entre si divergindo apenas no estilo ou na competência cénica com que desempenham os seus papéis e a as coreografias para eles arquitectadas pelas agências de marketing político, atividade em próspera expansão mas de graves efeitos para a qualidade da nossa democracia.

“O desemprego não é um problema, é uma consequência de alguma coisa que não está bem na economia. Já estou enjoado de medidinhas. Já nem sei o que é que isso custa, nem sequer sei se estão a ser aplicadas.”

- ora bem. Este é de facto o problema número um, dois e três. É o Nó Górdio que se for desatado, resolverá todos os demais, desde a crise orçamental (pela via da maior captação de impostos), à crise demográfica, à crise da segurança social. O modelo português não é único no mundo, e a flexibilização do mercado laboral não é resposta absoluta, mas a sua inflexibilidade relativa também não se tem revelado como parte da solução. Talvez a solução esteja algures a meio termo, numa flexisegurança à dinamarquesa (não como o modelo castrado proposto para Portugal, que flexibilize o Emprego e aumenta a dimensão e extensão da social de cobertura ao desemprego.

“A população não vai aguentar daqui a dez anos um Estado social como aquele em que nós estamos a viver. Este que está lá agora, o José Sócrates, é um homem de espectáculo, é um homem de circo. Desde a primeira hora.”

- Portugal, desde o 25 de abril, conseguiu erguer um “Estado Social” que no Antigo Regime não existia. Esta é aliás – com o Municipalismo – a grande conquista da Democracia e a sua importância não deve ser diminuída. O julgamento de Medina Carreira talvez seja neste ponto, demasiado excessivo, mas assente na realidade de que o país não conseguirá suportar durante muito mais tempo a carga imposta pelas benesses sociais, desde o Rendimento Mínimo, passando pelas pensões de reforma chorudas de muitos ou até os salários na função pública com salários muito superiores aos auferidos em empresas privadas. Há um certo desfasamento, entre estas realidades e as possibilidades de um Estado que tem sido apenas mascarada por uma carga fiscal superior à média europeia e à custa do estrangulamento do consumo dos particulares e do são desenvolvimento das empresas. A solução para este “Estado Máximo” não passa contudo pela minarquia dos neoliberais, mas pela sua repartição em entidades menores, de proximidade e que pela sua menor escala permitem realizar poupanças e aumentos de eficiência: os municípios. Descentralizar, sem Reduzir, essa é a solução para reduzir o peso asfixiante do Estado na Economia e Sociedade portuguesas.

“Ainda há dias eu estava num supermercado, numa bicha para pagar, e estava uma rapariga de umbigo de fora com umas garrafas, e em vez de multiplicar «6×3=18», contava com os dedos: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7… Isto não é ensino… é falta de ensino, é uma treta! É o futuro que está em causa!”

- sem dúvida que a Educação publica e privada portuguesa tem optado por embarcar num clima de facilitismo que inebriado por estatísticas artificiais e transitórias não hesita em tudo sacrificar em nome de reduções artificiais do insucesso escolar. Em vez do rumo da exigência e do esforço, escolheu-se a via do facilitismo e da “passagem administrativa”. Este rumo – a prazo autodestrutivo – segue em absoluto contraste com o que se passa na maioria das economias emergentes, a começar pela Índia e pela China, onde os jovens têm uma perfeita percepção de que o seu sucesso profissional está intimamente ligado ao seu esforço e dedicação enquanto estudantes.

“Os números são fatais. Dos números ninguém se livra, mesmo que não goste. Uma economia que em cada 3 anos dos últimos 27, cresceu 1%… esta economia não resiste num país europeu.”

- mas e que crescimento (ou estagnação) é esta? Muitos questionam hoje a validade dos critérios que definem o crescimento bruto e contínuo do PIB. Este crescimento é hoje sustentado em autênticas depredações sistemáticas aos direitos humanos e laborais na Índia e na China e responde por padrões ambientais e climáticos que a prazo não são sustentáveis. O problema de Portugal não é tanto o de não crescer, é mais o de não se bater suficientemente para alterar os critérios que definem o crescimento do PIB, devendo no entretanto ignorá-los e destacar aqueles onde melhor nos posicionamos (por exemplo na medida da “felicidade”, da baixa mortalidade infantil, dos relativamente elevados padrões de vida, etc). Medina Carreira é um economista da Escola Clássica e como os seus pares ainda continua a seguir demasiado religiosamente as suas bitolas… Como aquela que crê que a Terra pode suportar um crescimento contínuo ou que crescer é compatível com a degradação catastrófica do clima ou com problemas sociais explosivos a curto prazo criados pela desigualdade ou por níveis elevados de desemprego.

“Se nós já estamos ultra-endividados, faz algum sentido ir gastar este dinheiro todo em coisas que não são estritamente indispensáveis? P’rá gente ir para o Porto ou para Badajoz mais depressa 20 minutos? Acha que sim? A aviação está a sofrer uma reconversão, vamos agora fazer um aeroporto, se calhar não era melhor aproveitar a Portela?”

- o TGV é notoriamente um erro colossal e, pior, um erro conscientemente cometido a custo do sacrifício das gerações presentes e futuras em nome da satisfação de “dividas eleitorais” para com as grandes construtoras onde pontifica a Mota Engil do inefável Jorge Coelho. O TGV poderia ser facilmente substituído por uma renovação da linha ferroviária que permitisse que o Alfa Pendular alcançasse a sua real capacidade e o mega aeroporto de “Lisboa” por uma renovação da Portela e pela transformação de Alverca num aeroporto de Low Cost. Tal solução, com o atual abrandamento do tráfego aéreo, poderia oferecer uma solução “Portela mais um” que defendemos desde o princípio e corresponder a uma poupança muito notável. Contudo, infelizmente, esta solução não agrada aos lobbies da Construção Civil que tanta influencia têm nos governos do bi-partido PS-PSD em Portugal…

“Eu por mim estou convencido que não se faz nada para pôr a Justiça a funcionar porque a classe política tem medo de ser apanhada na rede da Justiça. É uma desconfiança que eu tenho. E então, quanto mais complicado aquilo for…”

- ora aí está uma boa e terrivelmente plausível razão que explica porque esse grande cancro da nossa sociedade que é a ineficácia da Justiça continua por resolver… É claro que ao longo das últimas décadas se têm multiplicado as “reformas” e as alterações de Códigos, mas findo todo este tempo a Justiça continua a ser o maior obstáculo isolado para o desenvolvimento da nossa economia (pela ineficácia na cobrança de dívidas, p.ex.) e para a Justiça social em Portugal. Sem Justiça não há democracia e com a Justiça coxa que temos temos uma sociedade que assiste à desfaçatez e aos abusos impunes dos mais poderosos que usam as curvas da lei ou poderosos escritórios de advogados para se furtarem à Lei.

“A educação em Portugal é um crime de «lesa-juventude»: Com a fantasia do ensino dito «inclusivo», têm lá uma data de gente que não quer estudar, que não faz nada, não fará nada, nem deixa ninguém estudar. Para que é que serve estar lá gente que não quer estudar? Claro que o pessoal que não quer estudar está lá a atrapalhar a vida aqueles que querem estudar. Mas é inclusiva…”

- governos sucessivos, nos últimos anos, estiveram mais preocupados com a aritmética estéril das estatísticas do que com a qualidade do ensino. Sem pudor pela mentira, manipularam-se “rankings”, estabeleceram-se “currículos alternativos” e espalharam-se pelo sistema educativo mecanismo facilitistas. Tudo isto tem que acabar. Onde há facilitismo, deve haver exigência. Onde há facilidade, deve haver dificuldade. Só assim se reformará estas fábricas de mediocracia em que se tornaram hoje as universidades, com níveis assustadores de impreparação ao nível dos mais básicos conhecimentos de matemática e português. Os currículos do Secundário – nível essencial à formação de competentes gerações de universitários – devem ser simplificados, descartando toda a ganga que hoje ocupa a maior parte do espaço letivo e substituído pelo ensino das matérias fundamentais para desenvolver a compreensão das matérias: Português e Matemática, disciplinas que juntas devem ocupar mais de metade dos currículos, deixando o restante para disciplinas compatíveis com a área vocacional cientificamente determinada nas escolas, por peritos nesse domínio. Assim se poderá reformar o Ensino, devolvendo enfim a Portugal as virtualidades de desenvolvimento das capacidades dos portugueses, adormecidas longamente por alternâncias “democráticas” de uma partidocracia que tudo sacrifica à sua própria rotação no poder, e excluindo sempre qualquer forma de meritocracia, pela via da reforma do sistema educativa. Sem a devida Educação popular, as elites mantêm-se imperialmente em todos os segmentos do poder, razão primeira pela qual nunca se esforçaram verdadeiramente por a reformar.

“Nós estamos com um endividamento diário nos últimos 3 anos correspondente a 48 milhões de euros por dia: Por hora são 2 milhões!”

- em 1890, a dívida de Portugal era 15 vezes superior a todas as receitas anuais do Estado e duas vezes o PIB. A situação hoje é consideravelmente melhor, e além do mais, a integração no euro e na UE, servem como redes de segurança adicionais que então não existiam. Mas esta dívida – que não pára de crescer – será rapidamente, talvez em menos de dez anos, um problema tão grande como em 1890, se nada de muito radical não alterar entre nós. Na época, Oliveira Martins, ministro das Finanças, teve a fibra para declarar a bancarrota parcial, suspender os pagamentos da dívida externa, renegociá-la e estabelecer novos impostos e cancelar subsídios estatais às grandes empresas. Faltam hoje líderes com a coragem de reduzir a um terço o pagamento das dívidas externas ou a sua conversão em títulos de dívida interna, como exigiu Oliveira Martins, para grande ira dos financeiros internacionais da época. Então, em 1891, de um défice de 15190 contos, passou-se para um de apenas 2186, logo em 1896. Na época, nas palavras de Pedro Lains “optou-se por cortar no pagamento de juros, interrompendo-se o fluxo de importações de capitais mas sem apertar a agricultura e a indústria. E o proteccionismo teve um efeito positivo na economia.” E hoje? Onde estão estes líderes frontais e corajosos?